CONCURSO DE IDEIAS "MASCOTE DO MUSEU DA LOUSA"
VENCEDORES
1º LUGAR
Rui Sousa
Memória Descritiva
A minha proposta para a mascote baseia-se no Ofício de Mineiro. A personagem seria um Jovem mineiro, com um ar feliz, de cara suja da poeira e muito simpático, para tirar a carga mais negativa associada ao oficio da mineração.
A personagem terá um capacete de mineiro mais recente, de cor amarelo com uma luz frontal. Esta opção baseia-se no facto dos mais Jovens não terem presente a memória do capacete tradicional.
A vestimenta será composta por casaco e calças de cor preta, com um material que possa ser riscável. Isto porque no cinto do mineiro vão estar colocados alguns giz, que vão permitir às crianças e adultos interagirem com a personagem, riscando as suas vestimentas.
No cinto do mineiro estarão presentes outros objectos. Um pequeno quadro de lousa tradicional com a logomarca ardósia estampada, uma picareta em miniatura, para servir de representação de um instrumento usado pelos mineiro. Vai levar um pano para que se possa limpar os desenhos no fato, a fim de poderem voltar a desenhar.
Vai levar ainda no centro do cinto o logo da bienal da ardósia.
Para além do fato, a Mascote será complementada com luvas e botas de cor cinzenta, para assim completar a indumentária.
Sobre a escolha das cores, recaiu pelo preto e verde porque se relacionam com o espaço onde se extrai a ardósia. O preto da pedra e o verde da natureza.
O capacete de cor amarela é uma forma de criar um ponto mais luminoso, quase como símbolo do sol, que todos os mineiros desejavam ver no final de uma jornada de trabalho.
2º LUGAR
Leonor Maria Gomes da Silva Santos
Versões 2D e 3D desenvolvidas com recurso a IA segundo restrições específicas.
Memória Descritiva
“Lousa” é uma figura feminina que nasce da fusão entre o passado e o futuro de Valongo. Representa as mulheres da região que, com trabalho e criatividade, moldaram a história da lousa, essa pedra ancestral formada há mais de 300 milhões de anos. A mascote veste uma bata de oficina inspirada nas antigas mineiras e traz no olhar uma centelha de inovação. Com traços inspirados na textura real da lousa e elementos simbólicos da indústria local, “Lousa” é ao mesmo tempo operária, guardiã do conhecimento e mensageira do futuro. A sua vida é “ativada” por inteligência artificial, simbolicamente, como metáfora da evolução tecnológica, mas foi inteiramente criada por mão humana, com traço tradicional. Enquanto mascote do Museu da Lousa, assume o papel de embaixadora cultural, educativa e emocional da Bienal e do território. A sua forma simples e amigável permite aplicação em materiais promocionais, figuras 3D, ambientes digitais e educativos, tornando-se um elo entre gerações e um ícone visual da identidade valonguense.